Cálcio + Vit. D - 120 cápsulas Leve 2 Pague 1

Marca: Equaliv

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Equaliv Cálcio + Vitamina D é um suplemento com alta concentração de cálcio e vitamina D. A vitamina D facilita a absorção de cálcio através do intestino e dos ossos.

A Vitamina D mantém níveis normais de Cálcio e Fósforo no sangue. Na falta dela, o cálcio é retirado do osso. Por isso está associada à osteoporose nos idosos.

A deficiência grave de vitamina D em adultos causa fraquesa nos ossos e músculos próximos, além de fraturas frequentes. Em crianças, pode até mesmo resultar em raquitismo, que provoca deformidades ósseas.

 

Ingedientes: Carbonato de cálcio, óleo de soja, óleo de soja hidrogenado, vitamina D, emulsificante lecitina de soja, cápsula (gelatina, glicerina, água). Corante: diócido de titânio.

 

Modo de usar: Consumir 1 cápsula, duas vezes ao dia.

 

Gestantes, nutrizes e crianças até 3 (três) anos somente devem consumir este produto sob orientação de nutricionista ou médico.

 

Baixo valor energético. Não contém açúcar. Livre de gorduras trans.

Não contém glúten.

- Fortalece a estrutura óssea na prevenção contra a osteoporose;
- Ação combinada cálcio + vitamina D;
- Contém um exclusivo porta-cápsulas;
- Cápsulas gelatinosas: Rápida absorção e fáceis de engolir.

A OSTEOPOROSE A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Caracteriza-se pela diminuição de massa óssea e pela deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, desenvolvendo ossos fracos, ocos, finos, sensíveis e sujeitos a fraturas. 

 A osteoporose é um importante problema de saúde em todas as partes do mundo. A partir dos 50 anos, 30% das mulheres e 13% dos homens poderão sofrer algum tipo de fratura. Estima-se que a incidência de fraturas irá quadruplicar nos próximos 50 anos em decorrência do aumento da expectativa de vida. 

 Alguns estudos consideram que a osteoporose é uma doença que se desenvolve com o envelhecimento e, normalmente, acomete mais mulheres do que homens. No entanto, a osteopenia e a osteoporose deixaram de ser uma preocupação exclusiva de indivíduos adultos e idosos, uma vez que a densidade mineral óssea dessas faixas etárias depende do pico de massa óssea adquirido até o final da segunda década de vida. Portanto, a osteoporose pode e deve ser prevenida ainda na infância. O Cálcio é o principal componente dos ossos e sua absorção no intestino é dependente de Vitamina D, portanto, a necessidade de ingestão de Cálcio e Vitamina D são essenciais à saúde óssea. Em vista desta necessidade, a ALTHAIA trouxe ao mercado OSTEO DUO uma combinação de CÁLCIO e VITAMINA D da linha EQUALIV.  

Conheça um pouco sobre as características e a importância destes nutrientes:  

CALCIO/VITAMINA D Composição: 

 - 500 mg de Carbonato de Cálcio - 5 mg de Vitamina D 

 CÁLCIO: Principais Características: 

 - O cálcio é o mineral mais abundante no corpo humano e é responsável por 1 a 2% do peso corporal; 

 - O osso é um tecido que está em constante formação por meio de reabsorção óssea, a partir dos osteoblastos e osteoclastos;  

- O esqueleto, além de possuir papel de estrutural, também serve como reserva de cálcio; 

 - O cálcio também é importante para ativar ou ligar-se a proteínas celulares tais como: calmodulina, creatinina, proteína quinase C, fosfolipase A2, entre outras); 

 - Também é importante para as contrações musculares, além de favorecer a redução dos sintomas de cólicas menstruais, cãibras, espasmos musculares e formigamento; 

 - Os receptores de cálcio encontram-se nas células excitatórias e não excitatórias, sendo mais utilizado pelas células de rápido turnover como as células do músculo esquelético e neurônios; 

 - O cálcio atua na troponina, que regula a contratibilidade da actina e miosina; 

 - O cálcio é necessário à ativação de enzimas hidrolíticas, que hidrolisam polissacarídeos, proteínas e fosfolipídeos; As vias de absorção de cálcio ocorrem de duas formas: pelas células intestinais e dentre as células intestinais, sendo assim absorvido no lúmen intestinal e levado à corrente sanguínea, que depende do metabolismo da vitamina D.  

Principais Funções e Mecanismos de Ação:  

- Atua no sistema nervoso central e participa das reações de alterações do humor (atua na bomba cálcio-magnésio);

- Atua na prevenção de obesidade (mantém os níveis estáveis de PTH e vitamina D, evitando que se eleve o cálcio intracelular e que se aumente a produção de insulina, que, por sua vez, aumenta a lipogênese);

- Atua na prevenção da osteoporose e osteopenia (formação óssea depende de status de cálcio biodisponivel);

- Atua na regulação da pressão arterial (através da bomba de cálcio e sódio extracelular. 

 O aumento da pressão arterial está relacionado com o aumento de cálcio intracelular, do PTH e da excreção urinária de cálcio); Atua na prevenção da TPM (a suplementação de cálcio pode contribuir para a melhoria de sintomas relacionados à Síndrome Pré- Menstrual). 

 Biodisponibilidade: - A absorção de cálcio é determinada pela ingestão e pela capacidade de absorção intestinal, dependente de vitamina D e da absorção não saturável intercelular, que é dependente da concentração de cálcio intraluminal, portanto, neste caso, há interferência de fatores na luz intestinal, aumentando ou diminuindo a absorção. 

 O cálcio é solúvel e melhor absorvido em meio ácido, sendo que em pH alcalino precipita. Para manter-se em suspensão no conteúdo intestinal, está preso a ligandinas (grupo carboxila ou grupos amino de proteínas e grupos quelados em cofatores ou enzimas). Em meio alcalino, aumenta a ligação cálcio-fosfato, formando fosfato de cálcio, que é insolúvel e eliminado pelas fezes, no intestino delgado, à medida que o pH aumenta em direção ao íleo, eleva-se a concentração do fosfato intestinal, havendo precipitação do cálcio e deficiência da absorção. Dessa maneira, sua maior absorção é ao nível de duodeno e jejuno proximal; A biodisponibilidade do cálcio (suplementação ou alimentar) é maior quando este é ingerido junto com as refeições, cerca de 30 a 35%; se é consumido longe das refeições, é absorvido apenas 20%, entretanto, deve-se tomar cuidado na ingestão de outros nutrientes como ferro e zinco, pois competem entre si na absorção.  

Possíveis interações: Algumas drogas, quando administradas com suplementação ou via ingestão alimentar, ocasionam depleção de cálcio no organismo, dentre elas estão: diuréticos de alça; diuréticos que causam depleção de potássio; anticonvulsivantes, barbitúricos; corticosteroide; neomicina; antibióticos tetraciclina. 

 Interação entre Nutrientes: 

 - As vitaminas do complexo B, de modo geral, contribuem para uma melhor absorção do cálcio; De modo geral, alguns nutrientes colaboram com o aumento da excreção de cálcio no organismo tais como: aumento da ingestão de sódio, proteína, cafeína, gordura e fósforo. Evidências científicas quanto à eficiência da suplementação: 

 - Devido à relação entre deficiência de cálcio e osteoporose, a suplementação deste mineral tem sido utilizada em mulheres adultas visando a minimizar perdas ósseas associadas à idade e ao desenvolvimento da osteoporose; 

 - Alguns estudos demonstram a importância do aumento da recomendação do cálcio para mulheres climatéricas, pois foi notado um baixo consumo deste nutriente (624 mg/dia). É importante, no entanto, considerar que o êxito do tratamento de indivíduos com osteoporose é consideravelmente menor do que a prevenção desta; por isso, uma dieta adequada em cálcio na infância e adolescência aumentaria o pico de massa óssea, reduzindo assim o risco de osteoporose décadas mais tarde. Para reforçar ainda mais a importância do consumo adequado de cálcio na prevenção da osteoporose, a ingestão do cálcio na dieta (1000-1200 mg), mesmo em mulheres pós menopausadas, retardaria eventuais perdas de cálcio ósseo; 

 - Outra pesquisa demonstrou que o cálcio isolado não previne as fraturas, apesar de elevar discretamente a densidade óssea, permanecendo, portanto, no seu papel de importante nutriente e coadjuvante no tratamento da osteoporose pós-menopausa. As doses diárias devem ser de 1000 mg para mulheres na menopausa e 1500 mg para as que não usam estrógenos. O carbonato de cálcio e o citrato de cálcio são as mais escolhidas, por fornecerem maior nível de cálcio elementar nas formulações;  

- No tratamento da tensão pré-menstrual, verificou-se que a suplementação de cálcio melhorou sintomas como afeto negativo, retenção hídrica, desejos por alimentos (em especial doces) e dores; portanto, a suplementação de cálcio demonstrou ser eficaz, ocasionando redução dos sintomas na fase luteal; A suplementação de cálcio após a vigésima semana de gestação se mostrou eficaz nas desordens hipertensivas na gestação, reduzindo os riscos de pré-eclampsia. Riscos de superdosagens: 

 - O consumo excessivo de cálcio e consequentemente sua toxicidade se apresenta na forma de suplemento alimentar, mas os sintomas clássicos do consumo excessivo de cálcio são: síndrome de hipercalemia, insuficiência renal crônica, nefrolitiase e interação na absorção de outros nutrientes como ferro e zinco; Não deve ser prescrito para pacientes acamados doses superiores a 2500mg pelo risco de causar precipitação renal. VITAMINA D Principais Características: 

 - É conhecida como “vitamina do sol”: vitamina D3 (colecalciferol) formada pela pele em exposição ao Sol e D2 (ergocalciferol), sintetizada pelas plantas e alimentos; 

 - A vitamina D para ser sintetizada depende de: exposição solar, diminuir o uso de bloqueadores solares, pigmentação da pele, idade, localização (países distantes da linha do Equador) e vestuário; A deficiência de vitamina D está relacionada a nascimentos prematuros, obesidade, síndromes de má absorção, envelhecimento, raquitismo (deposição insuficiente de cálcio e fósforo na matriz óssea), fraqueza muscular, perda severa dos dentes, retenção de fósforo nos rins, doenças inflamatórias, doenças infecciosas, alteração da função cognitiva e desequilíbrio imunológico. Principais Funções e Mecanismos de Ação: 

 - Atua no metabolismo do cálcio (sua forma ativa 1,25(OH)2 D, liga-se ao receptor de Vitamina D e a proteína de ligação do cálcio é sintetizada regulando o transporte ativo através da célula) e na prevenção da osteoporose (a interação da 1,25(OH)2D com o receptor de Vitamina D aumenta a eficiência da absorção de cálcio para 30% a 40% e de fósforo para 80%, aproximadamente); 

 - Modula a inflamação crônica (a 10,25(OH)2 D é uma potente moduladora da inflamação e exerce importante função na inflamação crônica); 

 - Atua na prevenção de Diabetes mellitus 1(a vitamina D promove modulação de citocinas prevenindo a destruição das células beta pancreáticas) e de Diabetes mellitus 2 (estimula secreção de insulina no pâncreas quando status de cálcio estiver adequado, melhorando a tolerância a glicose); 

 - Atua na prevenção de Doenças Cardiovasculares (a vitamina D atua no controle da inflamação); - Atua na Hipertensão (regulação do sistema renina-angiotensina nos rins); Auxilia no tratamento do Autismo (diminui a inflamação crônica e estresse oxidativo no cérebro, melhorando a função cognitiva). Biodisponibilidade:  

- A absorção da vitamina D é realizada através da conversão de pró-vitamina D3 para pré-vitamina D3, a qual no fígado é convertida na forma de 25-hidroxi-vitamina D, que é a maior fonte biodisponível de vitamina D; então, nos rins, é convertida em 1,25 – dihidroxivitamina D, está 10 vezes mais biodisponível e usada para as funções do organismo; A biodisponibilidade da vitamina D é de 80% e ocorre em maior concentração no intestino delgado. Como esta é uma vitamina que depende de lipídeos, em indivíduos que possuem baixa ingestão ou doenças que promovem alteração no metabolismo dos lipídeos, pode haver um déficit na absorção e biodisponibilidade da vitamina no organismo. 

 Possíveis interações: Drogas que causam depleção de vitamina D: colestiraminaanticonvulsivantes, corticosteroides, isonizadida, óleo mineral, rifampina, antagonistas de receptor H2. Interação entre Nutrientes: - A vitamina D pode causar aumento da absorção de cálcio e fósforo; Excesso de ferro, cobre e manganês diminui a biodisponibilidade da vitamina D. Evidências científicas quanto à eficiência da suplementação: 

 - A vitamina D exerce papel fundamental na prevenção da osteoporose. Em um estudo em que mulheres menopausadas receberam suplementação de 80Ul de vitamina D associado a 1200 mg cálcio, houve redução de 33% no risco de fraturas em regiões osteoporóticas comuns como quadril, coluna vertebral, punho e antebraço; 

 - Em pacientes que foram suplementados com vitamina D (700Ul – 800Ul), houve melhora na densidade mineral óssea e redução no risco de fraturas, principalmente no quadril, na presença ou não de cálcio; 

 - A suplementação concomitante de cálcio e vitamina D tem sido recomendada para prevenção de osteoporose, uma vez que o papel do cálcio corrige a ingestão subótima ou diminui a absorção intestinal, o hiperparatireoidismo acelera a reabsorção óssea e aumenta o risco para fraturas e a suplementação de vitamina D melhora a absorção de cálcio e reduz a recorrência de fraturas; 

 - A vitamina D interage com o sistema imune através de sua ação sobre a regulação e diferenciação de células como linfócitos, macrófagos e células natural killer (NK), além de interferir na produção de citocinas in vivo e in vitro. Possui efeito imunomoduladores diminuição da produção de interleucina-2 (IL-2), do interferon-gama (INFγ) e do fator de necrose tumoral (TNF); inibição da expressão de IL-6 e inibição da secreção e produção de autoanticorpos pelos linfócitos B; 

 - A artrite reumatoide é uma doença imunomediada. A deficiência de vitamina D tem sido encontrada em pacientes que desenvolvem artrite reumatóide, alguns dados indicam níveis na corrente sanguínea menores que 50mmol/l. Neste caso, a suplementação com altas doses (vitamina D sintética) mostrou uma redução da gravidade dos sintomas; 

 - Suplementação da vitamina D associada ao cálcio diminui a reabsorção óssea. O efeito é mais evidente nos indivíduos de baixo peso, com redução de 50% dos níveis do PTH (paratormônio), aumento da densidade mineral óssea entre 3% e 5% e diminuição do índice de fraturas do colo do fêmur. Este tipo de tratamento no idoso é considerado, às vezes, tão eficaz quanto a administração de estrógenos. 

 A suplementação vitamina D pode aumentar a secreção de insulina estimulada em resposta à carga de glicose oral em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Riscos de superdosagens: Na toxicidade da vitamina D apresenta-se hipercalemia (deposito de cálcio nos tecidos cartilaginosos e moles rins, artérias, coração e pulmões).  

 

Elaborado por Vanessa Freire Pereira Lima De Nadai CRN 10357  

 

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